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terça-feira, 22 de abril de 2014

Jovens enólogos da Dunamis apresentam novo Tannat na ExpoVinis

 
Ousado e livre de convenções: jovens enólogos da Dunamis apresentam novo Tannat na ExpoVinis Brasil 2014

Um vinho livre de convenções, elaborado por dois jovens enólogos e feito para combinar com diferentes estilos, paladares e momentos: sozinho para relaxar, em um encontro com os amigos, no almoço de família ou no jantar a dois.
 
Assim é o Dunamis Tannat, lançamento da vinícola Dunamis criado por Thiago Peterle, 24 anos, e Vinícius Bortolini Cercato, 25 anos, que traz em sua essência um espírito descomplicado, criativo e ousado.
 
O rótulo chega ao mercado com uma grande conquista: recebeu a medalha de ouro no VII Concurso Internacional de Vinhos do Brasil, realizado de 8 a 11 de abril, em Bento Gonçalves.
 
Produzido em um terroir da Campanha Gaúcha, no sul do Brasil, é um vinho intenso. A região se destaca no cultivo da variedade devido ao seu clima, com verões definidos e grande diferença de temperatura entre o dia e a noite. “Essa oscilação faz bem à Tannat e conseguimos vinhos mais frutados, aromáticos e sedosos. O lançamento também traz em sua identidade a filosofia da Dunamis: promover momentos especiais e descomplicar a cultura do vinho”, conta Thiago.
 
O Dunamis Tannat passou 12 meses em barricas de carvalho americano e mais um ano em garrafa e apresenta acidez equilibrada e final persistente. Além de ser um vinho ousado, ele traz, ainda, todo o poder antioxidante da Tannat, rica em taninos que auxiliam na prevenção do envelhecimento precoce e concentram uma série de benefícios para a saúde.
 
Dunamis Vinhos e Vinhedos Fundada em 2010, a Dunamis está localizada nos municípios de Dom Pedrito (Campanha Gaúcha) e Cotiporã (Serra Gaúcha). A vinícola é pioneira no desenvolvimento do primeiro e único Merlot Branco do Brasil e seus vinhos são reunidos em coleções que facilitam a escolha:
 
· Elementos Cor, Ser e Tom - um tinto, um branco e um rosé;
· Elementos Ar - espumantes Brut e Moscatel;
· Movimento – varietais Merlot Branco, Pinot Grigrio, Cabernet Franc, Merlot, Pinot Noir, Sauvignon Blanc, Tannat e os espumantes champenoise Dunamis Brut e Dunamis Extra Brut.
 
Vocês que já acompanham o ENOLEIGOS acompanham a Dunamis desde seu início. Vejam aqui alguns posts:
 
 
Pesquisem também por Dunamis e achem vários outros artigos!
 
Mais informações em www.dunamisvinhos.com.br ou telefone (53) 3243 1195 ou ainda pelo Facebook www.facebook.com.br/dunamisvinhos !!!
 
 
SERVIÇO
DUNAMIS – Espaço IBRAVIN/Instituto Brasileiro do Vinho
ExpoVinis Brasil 2014 | 18º Salão Internacional do Vinho
22 a 24 de abril
Expo Center Norte – Pavilhão Azul – Vila Guilherme – São Paulo

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Marichal Tannat Reserve Collection 2009 - #CBE



A correria anda grande meus amigos! E, como tudo na vida, sempre temos o lado bom e o lado não tão bom. O não tão bom é não conseguir escrever com a periodicidade que gostaria. Mas, mesmo atrasado, aqui estou com o primeiro post do mês de março, o da esperada Confraria Brasileira dos Enoblogs (CBE). Neste  mês a escolha coube ao querido Gil, o fundador da CBE, do excelente blog Vinho para Todos:

Vinho tindo do uruguai, com preço até R$100,00”.

Definitivamente o uruguai tem vinhos deliciosos.

Minha escolha, como podem ter no título deste post, coube a um Tannat que surpreendeu a todos na degustação que organizei e foi intitulada de “Copa América”. Na ocasião tivemos apenas dois representadas uruguaios, e este em especial me surpreendeu. Dos 21 vinhos degustados, o Marichal Reserve ficou na nona posição, surpreendendo por sua qualidade. Vejam mais detalhes da Copa América neste link .

Em 1910 Isabelino Marichal, um descendente de imigrantes das Ilhas Canárias (Espanha), se estabeleceu na região de Etcheverría, iniciando o cultivo das primeiras vinhas da variedade Tannat, que naquela época, era chamada de Harriague.

Em 1938 construiu uma pequena bodega composta de tanques subterrâneos em uma caverna, de modo a possibilitar as melhores condições para amadurecimento dos vinhos.

Por mais de 70 anos a Bodega Marichal une tradição a modernas técnicas de vinificação, produzindo vinhos uruguaios premium em uma localização privilegiada, a 25 km de distância do Atlântico, onde seus vinhedos são contemplados pela brisa marítima.

Hoje na quarta geração, Juan Andrés e Alejandro administram, juntamente com seus pais, essa vinícola que tem o desafio de projetar ao mundo o produto de sua terra e sua filosofia. Juan Andrés Marichal gosta sempre de salientar que para se fazer um grande vinho é preciso ter uvas de elevada qualidade. O processo de vinificação começa no vinhedo com pleno acompanhamento na bodega. Uma pequena jóia no Uruguai com 50 hectares de vinhedos próprios ao sul do país onde se destaca o cultivo das variedades: Tannat, Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Pinot Noir, Chardonnay, Semillón e Sauvignon Blanc.

Vamos ao que eu achei deste vinho:

Visual: Garrafa sem muitos chamarizes mas elegante. Discreto mas bem feito e com bom gosto. Ao servir vemos a jovialidade do vinho. Coloração vermelho mais escuro, ainda com muitos reflexos violáceos.

Olfato: O vinho começou um pouco fechado. Fica a dica de deixá-lo respirar por pelo menos 30 minutos antes de seguir com a degustação. Após este período ele abriu bastante, dando especial destaque aos aromas frutados, muita fruta vermelha com gostosas notas adocicadas. Continuando com a análise percebo também notas de chocolate mais amargo e um toque de especiarias (pimenta seca).

Paladar: Preenche bem a boca, refletindo os aromas percebidos na análise olfativa. Os taninos, para minha surpresa, estão bem domados e macios. Um vinho de estrutura média. Final de boa persistência.

O que a vinícola fala sobre seu vinho:

Variedad: 100% Tannat

Características de la variedad: Tannat es una variedad originaria del sudoeste Francés, Madiran, que en Uruguay encontró excelentes condiciones de terruño para producir vinos de altísima expresión, con taninos a la vez que intensos, de textura amable.

Ubicación de los viñedos: Etchevarría, Canelones, Uruguay, a sólo 25 km del mar.

Suelo: Ondulaciones  franco arcillosas con zonas de calcáreos

Fecha de cosecha: Primera quincena de Marzo.

Tipo de cosecha: Recolección manual, en cajones de 18 kg.

Fermentación Maloláctica: Si.

Proporción de vino flor y prensa: 100% vino gota.

Crianza: 70 % 12 meses en roble francés y americano.

Potencial de guarda: 12 años desde el año de cosecha.

Color: rojo profundo, con reflejos violáceo  típicos del Tannat.

Nariz: Presenta notas de frutas rojas maduras,  con mermelada de ciruelas. Los aromas terciarios de tostado chocolate están perfectamente integrados.

Paladar: La entrada en boca es amable,  se desarrolla con un buen volumen en boca en donde  aparece nuevamente la fruta roja madura con una leve nota mineral que lo equilibra perfectamente. Los taninos están bien presentes pero son redondos y carnosos.

Temperatura de Servicio: 17-19ºC


Ainda não existem análises da Wine Spectator nem da Wine Advocate sobre este vinho.

Um vinhaço uruguaio para sua faixa de preço. Realmente uma bela surpresa que entra também pra lista de custo x benefício.

In Vino Veritas!

Gustavo Kauffman (GK)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Vallontano Reserva Tannat 2007

Adquiri este vinho quando visitei a Vallontano em Julho de 2011 e fui recebido pela queria Ana Valduga, umas das sócias da vinícola. Em breve farei um post contando todos os detalhes desta visita que foi sensacional!

No dia, infelizmente, não pude conhecer o enólogo responsável pelos vinhos da Vallontano, o Luís Henrique Zanini. Ninguém melhor que o próprio Zanini para falar um pouco sobre a história dele na Vallontano.

Minha história na vitivinicultura se confunde com a da Vallontano, pois a partir de sua fundação é que comecei a lidar com o vinho. Fundei, no Vale dos Vinhedos, a Vallontano Vinhos Nobres em 1999, juntamente à família de minha esposa Talise e desde então, nos propomos a elaborar vinhos finos de qualidade superior, com identidade própria - primando pela elegância e refinamento. Nossos vinhos são reflexos do solo, clima e tratos culturais de nossos 6 hectares de vinhedos. O começo foi bastante difícil pois contávamos apenas com recursos próprios, da família. Anualmente elaboramos 40 mil garrafas de vinhos finos e espumantes.

No ano de 2007, sempre em busca de novas experiências e conceitos, fui buscar inspiração para nossa criações em um dos mais fervorosos defensores do terroir — o mítico Domaine de Montille, na Borgonha, onde trabalhei e aprendi a forma de se melhor expressar a individualidade de cada microclima.

A resposta acima foi extraída de uma entrevista dada pelo enólogo ao portal Adega 24h.

Foram produzidas apenas 4200 garrafas deste vinho e tive o privilégio de degustar a de número 3590.

Vamos ao que achei do Tannat da Vallontano:

Visual: O rótulo foge um pouco aos demais vinhos da linha. É um rótulo moderno, com uma abordagem diferente, mas prefiro os outros da linha. Ao tirar a cápsula uma surpresa! A rolha trouxe a safra do vinho. Quem me acompanha sabe que este é um detalhe que aprecio bastante. Ao sacar a rolha vemos que, como eu esperava, ela também é personalizada. A cor puxa mais pro escuro, mas deixa passar um pouco de luminosidade. Ainda traz bastante reflexos violáceos nas bordas.

Olfato: Deixei o vinho respirando por uns 40 minutos e recomendo isto a todos. O vinho, que inicialmente estava mais fechado, abriu bastante chegando a surpreender. Frutas maduras, em especial ameixa e um sutil toque de amora. A madeira aparece, mas muito bem integrada. Em um segundo plano leves toques de especiarias. Bem no final percebi um sinal de chocolate amargo. Com mais tempo de taça, abriu mais ainda e trouxe aromas de café.

Paladar: Um vinho de intensidade média no palato. Os taninos, aqui bem trabalhados e mais macios, aparecem bastante. A acidez está muito boa. Um vinho que traz a Tannat mais domada, uma característica que encontrei também em outros exemplares brasileiros de Tannat. Os sabores se mostram em grande intensidade na boca, com destaque para os frutos maduros. O final é de persistência média.

O que a Vallontano fala sobre seu vinho:

O Vallontano Reserva Tannat 2007 é um vinho vivaz, orquestrado pelos seus taninos marcantes, e intenso ao paladar. Seu caráter varietal se mantém evidente e se mescla, de forma equilibrada, à sutileza dos aromas provenientes da sua passagem por barris de carvalho. É um vinho com ótima estrutura e personalidade, ideal para a guarda. Recomenda-se aerar antes de consumir.

Uva: 100% Tannat da safra de 2007.

Temperatura de serviço: 16 a 18oc.

Envelhecimento: Maturação em barricas de carvalho por 8 meses.

Harmonização: Carnes de caça, churrasco, feijoada, queijos fortes e pratos ricos em gordura.

Mais um rótulo Brasileiro que precisa ser conhecido por todos, principalmente pela faixa de preço em que se encontra. Acredito que vá melhorar substancialmente com mais uns 2 ou 3 anos na garrafa

In Vino Veritas!

Gustavo Kauffman (GK)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Casa Venturini Tannat Reserva 2008

Conforme anunciamos na semana passada no post sobre os vinhos premiados da Casa Venturni, cá estamos para falar sobre o Tannat Reserva 2008, um vinho que está chegando ao mercado neste momento. O vinho foi apresentado pela primeira vez na Expovinis 2010, mas, começou a ser vendido recentemente.

A união das famílias Góes & Venturini se deu em meados de março de 1989, com a aquisição de uma vinícola já existente de propriedade dos Vinhos de São Roque S.A., localizada no município de Flores da Cunha (RS). No início, a vinícola havia uma estrutura e equipamentos muito precários, mas com o passar dos anos, muita dedicação e trabalho foi cuidadosamente reconstruída mantendo sua originalidade e acomodando toda a tecnologia necessária.

Os modernos equipamentos, os tanques de inox, ferro, madeira de grápia e barricas de carvalho estão acomodados para a elaboração de bons vinhos e espumantes, os quais levam as marcas Quinta Jubair, Espumantes Vívere e o lançamento dos vinhos Reserva Casa Venturini, que temos a honra de comentar no Enoleigos!

Ainda não é uma linha de vinhos fácil de ser encontrada aqui por São Paulo o que, infelizmente, acaba sendo um problema comum também a outros vinhos Brasileiros.

Vamos então ao que achei deste Tannat genuinamente brasileiro:

Visual: Garrafa com rótulo bem interessante. O cavalo, muito bem pintado por sinal, traz a lembrança de algo mais forte e místico. Uma interessante metáfora visual para a Uva Tannat que, de forma macro, é uma uva mais rústica, com taninos firmes. Quando colocamos na taça mostrou uma coloração púrpura bem escuro, com bastante reflexo violáceo. As lágrimas são finas, lentas e deixam a taça um pouco colorida.

Olfato: Decantei o vinho por aproximadamente 40 minutos. Um vinho que traz, assim como no visual, a sensação de força. Frutado, com frutas vermelhas BEM maduras. O álcool está um pouco acima, acho que poderia ficar um pouco mais no decanter. Percebi também notas de figo e, claro, a madeira aonde o vinho repousou por 18 meses, tudo muito integrado. A madeira aqui é mais pro tostado.

Paladar: Muito encorpado e marca presença. Os taninos são firmes e a acidez também, o que permite que o vinho evolua perfeitamente na garrafa. O ataque inicial na boca é intenso, trazendo frutas, especiarias e uma pequena ponta de amargor. O amargor não chega a incomodar e pode ser facilmente resolvido ao harmonizarmos com uma bela comida.

O que diz a vinícola:

ORIGEM: VINÍCOLA GÓES & VENTURINI - FLORES DA CUNHA – SERRA GAUCHA/RS

CATEGORIA: VINHO TINTO FINO SECO

VARIEDADE: TANNAT, CULTIVADA NA REGIÃO DA CAMPANHA GAUCHA – SANTANA DO LIVRAMENTO - RS

TEOR ALCOÓLICO: 13,8 % VOL.

ASPECTO: BRILHANTE E DE COLORAÇÃO INTENSA.

COR: TONALIDADE RUBI E INTENSA

AROMAS: FRUTAS VERMELHAS MADURAS, NOTAS DE AMEIXA, TABACO, BAUNILHA E ESPECIARIAS.

MATURAÇÃO: 18 MESES EM BARRICAS DE CARVALHO FRANCES

HARMONIZAÇÃO: ACOMPANHA GRELHADOS, CARNES EXOTICAS, QUEIJOS FORTES E MOLHOS CONDIMENTADOS.

TEMPERATURA DE SERVIÇOS: 15º A 18ºC



O que fiz a Wine Advocate de Robert Parker:

Até o dia de hoje não existe uma avaliação deste vinho por eles.

Em linhas gerais foi uma belíssima surpresa. É muito bom ver as vinícolas brasileiras crescendo e produzindo vinhos de qualidade. Aqui nós daremos uma nota 3.5!

Infelizmente não consegui saber o preço do vinho. Assim que descobrirmos atualizo o post com o mesmo.

Ah, gostaria muito de poder beber este vinho lá por 2013 ou 2014!

In Vino Veritas!

Gustavo Kauffman (GK)


sexta-feira, 12 de março de 2010

Catamayor – Reserva de La Familia – Tannat – 2005

Esta foi a segunda garrafa que abrimos no churrasco que fizemos no dia 24/01/2010. Comprei este rótulo quando estive no Chile com minha esposa. Na época (11/09), fomos de Pluna, empresa aérea uruguaia, e tanto na ida, quanto na volta, fizemos escala em Montevidéu. Nunca havia tomado um vinho tannat e tive minha primeira experiência no free shop de Montevidéu onde eles estavam servindo este e outros rótulos de outras uvas. Achei um belo vinho e, quando estávamos retornando ao Brasil, aproveitei para comprar 4 garrafas deste Tannat e 2 garrafas de um Cabernet Franc, também da Castillo Viejo, que em breve comentaremos por aqui.

Cor: O rótulo diz que é um tom quase negro, afirmação com a qual eu não concordo. Tons violeta, mas não tão intensos. Na taça, sem a incidência de luz, escurece um pouco mais. Lágrimas bem espaçadas e finas, chegando a ter uns 5 cm entre uma e outra.

Aroma: Álcool aparece levemente. Começa com vanila, abre para frutas vermelhas, em especial cereja e alguns aromas mais sutis que não consegui identificar.

Paladar: Entrada suave. Por ser um Tannat, me surpreendeu ter um tanino não tão duro, beirando a suavidade, não chega a ser doce, puxa um pouco, mas não como eu estava esperando. Bem estruturado com final longo. Se compararmos com o Malbec que degustamos no mesmo dia, os taninos estão muito mais presentes, só que em harmonia. Apesar de ter um teor alcoólico relativamente baixo pros dias de hoje (12,5), o final dele traz a lembrança do álcool com um pouco de acidez. Não chega a ser muito fora, mas poderia estar melhor equilibrado. O vinho já é de uma safra 2005 e não sei se comportaria envelhecer muito mais em garrafa.

Harmonização: Churrasco. No dia comemos picanha, fraldinha, carré e pernil de cordeiro e costela bovina. Todas carnes mais gordurosas, e o vinho casou perfeitamente, limpando muito bem a boca nas carnes mais gordurosas.

O que a vinícola fala:

Pasaje por barricas nuevas y primer uso, 20% americano y 80% francés. Tiempo: 10 meses. Tiempo en botella: 6 meses.

Color: Rojo púrpura oscura con violáceos.

Aroma: Nítidos y francos aromas a frutos rojos en mermelada, (cereza,guindas, ciruelas), frutas secas, (higos, uvas, orejones), sobreun fondo muy sutil a tinta china.

Boca: Potente, carnoso, muy sabroso, firme esqueleto. Presencia deun tanino noble y firme que seguirá fundiéndose en eltiempo.

Um belo vinho, que traz boas lembranças e que será bebido novamente. Só acho o preço que ele chega aqui no Brasil um pouco caro. Paguei a bagatela de USD11,00 no Uruguai, sendo que ao levar quatro, um saiu de graça!! No Brasil não encontramos por menos de R$70,00, salvo em alguma promoção.

Não tenho ainda muita base para comparar este Tannat com outros, vou dar minha nota pela impressão geral que tive do vinho. Nota 3.

(GK)
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