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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Nederburg Noble Late Harvest recebe indicação 5 estrelas do Guia John Platter´s !!


Vinho colheita tardia da Nederburg, safra 2011, recebe pontuação máxima do guia John Platter’s e ratifica a qualidade dos vinhos Nederburg, a mais premiada vinícola da África do Sul.

O vinho doce tem sua popularidade desde a época da Roma antiga quando junto com os brancos eram os vinhos mais admirados. Na idade média, em grandes cidades como Veneza, a preferência pelos doces era notória. No final do século 17 o vinho doce destacava-se no mercado holandês, um dos mais importantes da época. Atualmente, Alemanha, França, Hungria e Itália produzem ícones doces idolatrados em todo mundo. Entre os países do novo mundo, a África do Sul se destaca como produtor dos mais famosos e tradicionais vinhos doces naturais.

O vinho doce é companhia certa para as sobremesas, mas também com terrines e uma grande gama de queijos, principalmente os mais intensos. Sua importância entre os vinhos mais admirados e clássicos do mundo é alta, porém ainda pouco conhecida no Brasil. É esse cenário que a Nederburg quer mudar ao trazer as safras pontuadas de seu Late Harvest.

A safra de 2011 do Noble Late Harvest já está no mercado e chega respaldada pelo crítico John Platter, o mais importante da África do Sul. No guia John Platter’s South Africa Wines – 2014 o rótulo recebeu a indicação de 5 estrelas pelo seu sabor, visual e aroma. No Brasil o vinho é distribuído pela importadora Casa Flora.

Late Harvest indica que o vinho é feito através do processo de colheita tardia, um método natural, no qual as uvas são deixadas nas videiras para amadurecerem além do ponto da colheita. Elas são afetas pelo fungo Botrytis cinerea que provoca no fruto o processo conhecido por podridão nobre (Noble). O fungo se aloja na casca dos frutos, onde são formados pequenos furos. O fruto perde líquido e sua casca torna-se enrugada, assemelhando-se às uvas passas. A perda de água aumenta a concentração de açúcar e de outras propriedades que contribuem na qualidade do vinho.

Nederburg Noble Late Harvest é elaborado com as castas Chenin Blanc e Muscat de Frontignan das regiões de Durbanville e Paarl. Com perfil moderno, Nederburg Noble Late Harvest leva a assinatura de Razvan Macici, Cellarmaster da Nederburg e do enólogo Win Truter.

Para a Nederburg, a inserção no mercado nacional de uma safra altamente recomendada é a oportunidade de reforçar o seu elo com os consumidores e fortalece sua presença no mercado brasileiro oferecendo rótulos de qualidade. Além disso, a marca quer estimular ainda mais o consumo desse tipo de vinho, pois ele é indicado como sobremesa, mas pode acompanhar queijos salgados e alguns pratos. A vinícola apostou num preço objetivo para continuar se destacando na categoria de rótulos africanos. O vinho Noble Late Harvest – safra 2011 - chega ao mercado por aproximadamente R$ 100. O rótulo estará à venda nos restaurantes e empórios do País.

“Nederburg tem mais de 200 anos de tradição e conta com um experiente time de enólogos, treinados internacionalmente, com alto nível de gerenciamento viti cultural permitindo elaborar vinhos de qualidade. O processo de produção do Noble Late Harvest é minucioso, exigindo muito esforço dos viticultores e enólogos. As safras anteriores receberam ótimas pontuações como as atuais, mas o momento é especial para Nederburg no Brasil. Queremos oferecer cada vez mais aos brasileiros, vinhos para todas as ocasiões evidenciando os atributos de qualidade e valor, já admirados em outros países”, explica Roberto Faillace, gerente de marketing da Distell para a América Latina.

A Nederburg é a vinícola mais premiada da África do Sul e coleciona troféus, medalhas e prêmios – obtidos em competições nacionais e internacionais – que atestam a qualidade e excelência de seus vinhos. A Nederburg acumula prêmios de Melhor Produtor da África do Sul, concedidos pela International Wine and Spirit Competition, (IWSC) e de Vinícola do Ano concedidos pelo renomado Guia Platter’s da África do Sul.

Fundada em 1791 pelo imigrante alemão, Philipus Wolvaart, a Nederburg possui um portfólio versátil de vinhos. Localização, excelência, história e vinhos feitos com apuro artesanal são as ferramentas da vinícola para se firmar no topo dos vinhos sul africanos no Brasil.

Sobre a Distell

A Distell, empresa Sul Africana de bebidas alcoólicas, foi criada no ano 2000 e é resultado da fusão entre duas tradicionais empresas, a Stellenbosch Farmers' Winery (SFW – fundada em 1925) e a Distillers Corporation (fundada em 1945).


Hoje detém mais de 100 marcas distribuídas entre as categorias vinho, licor, conhaque, brandy, uísque, entre outras, e é a líder em produção e vendas de vinhos, cidras e bebidas prontas (RTD – ready to drink). Seu tradicional licor Amarula está presente no Brasil desde 1994. A empresa instalou um escritório próprio no Brasil desde sua origem como Distell, no ano 2000. Os vinhos Nederburg estão presentes no Brasil desde 2007.

Sobre o Vinho

Em breve minhas impressões detalhadas por aqui!!!

In Vino Veritas!

GK

terça-feira, 2 de julho de 2013

Novidades Sul Africanas com bom Custo x Benefício chegando ao Brasil !


NEDERBURG LANÇA FAMÍLIA DE VINHOS FOUNDATION NO BRASIL
- A mais premiada vinícola da África do Sul amplia seu portfólio com vinhos para o dia a dia -

Uma família de vinhos sul africanos está chegando ao mercado nacional ainda esse mês. Produzida pela vinícola Nederbug a linha Foundation chega ao Brasil composta por 5 vinhos, sendo quatro varietais: Pinotage,  Shiraz, Cabernet Sauvignon e Sauvignon Blanc, além do Rosé. Todos serão distribuídos pelas companhias Casa Flora e Porto a Porto.

Para a Nederburg, o lançamento reforça o seu elo com os consumidores e fortalece sua presença no mercado brasileiro. Por isso, a vinícola apostou num preço objetivo para se destacar na categoria de rótulos africanos. Os vinhos da Foundation chegam ao mercado à R$ 29,90.

“A Nederburg, há mais de 200 anos, se baseia na premissa de que bons vinhos nascem no vinhedo. A combinação da experiência do time de enólogos treinados internacionalmente com um alto nível de gerenciamento viticultural permite elaborar vinhos de qualidade. E a Foundation mostra isso. Ela é definitivamente uma linha de vinhos para ser degustada no dia a dia. A Foundation será a 4ª marca do portfólio da Nederburg a ser vendida aqui. Com isso, nossos consumidores agora terão vinhos da mesma marca em todas as faixas de preço para sermos lembrados por quem procura qualidade e também valor acessível”, explica Roberto Faillace, gerente de marketing para a América Latina da Distell.

O lançamento acontecerá em São Paulo e no Rio de Janeiro, e, posteriormente os vinhos chegarão até os restaurantes, supermercados e empórios de todo o País. Sob a assinatura Foundation - Our Winemaster’s Taste You Can Trust, a Nederburg apresentará a linha ao mercado no “Grand Tasting São Paulo - I Grande Degustação Anual” do Wines of South África, no dia 3 de julho no Hotel Unique, SP.

A Nederburg é a vinícola mais premiada da África do Sul e coleciona troféus, medalhas e prêmios – obtidos em competições nacionais e internacionais – que atestam a qualidade e excelência de seus vinhos. Em janeiro desse ano, a Nederburg foi anunciada como o Melhor Produtor da África do Sul em 2012, no International Wine and Spirit Competition, (IWSC) e a Vinícola do Ano em 2011 pelo renomado Guia Platter’s da África do Sul.


Fundada em 1791 pelo imigrante alemão, Philipus Wolvaart, a Nederburg possui um portfólio versátil de vinhos. Localização, excelência, história e vinhos feitos com apuro artesanal são as ferramentas da vinícola para se firmar no topo dos rótulos sul africanos no Brasil. 

terça-feira, 20 de julho de 2010

Stellenzicht Golden Triangle Shiraz 2006

Este foi um rótulo que ganhamos de um amigo. Ele estava retornando de uma viagem internacional pouco antes do início da Copa do Mundo. Viu o rótulo sendo vendido, viu que era um vinho da África do Sul e este rótulo era um dos que estavam em promoção no momento. A promoção, segundo ele, eram de três garrafas e fui presenteado com uma delas.

A Stellenzicht possui uma reputação como uma das melhores fazendas na indústria vinícola do Cabo na África do Sul. Ganhou vários prêmios nacionais e internacionais que incluem prêmios de ouro, altamente cobiçados, no Concurso de Veritas, a competição vinícola de maior prestígio da África do Sul, bem como avaliações soberbas no Guia John Platter para os Vinhos Sul Africanos, com degustações conduzidas pela Revista Wine.

A Stellenzicht foi pioneira na revolução da varietal Shiraz na África do Sul. Em Stellenzicht Syrah 1994 foi premiado como o vinho top da mostra em 1996 na Sélection Mondiales em Montréal, no Canadá.

Em 1997, 1998 e 1999 seu vinho Syrah ganhou a medalha de ouro no Concurso International Wine Spirit em Londres. O lançamento mais recente, a safra de 2001, ganhou um prêmio Veritas de ouro em 2003.

Por três anos consecutivos o Stellenzicht Semillon Reserve (Safras de 1996, 1997 e 1998) foi premiado com o Cape Wine Academy Troféu para o melhor vinho sul-Africano Branco Seco no Concurso International Wine Spirit, em Londres. O vinho continua a fazer bonito nas competições internacionais.

Abrimos o vinho em um dia de semana, de forma totalmente descompromissada para acompanhar uma massa. Estava friozinho em São Paulo e nestes dias um vinhozinho cai como uma luva!

A ficha técnica que conseguimos deste vinho no site da Vinícola foi bem completa, e colocaremos a mesma na íntegra neste post. Um fato curioso é que os vinhedos são bem jovens, tendo sido plantados entre 1989 e 2001.

Um ponto que me impressiona nos vinhos Sul Africanos é o Marketing atrelado a eles. As garrafas são muito bem trabalhadas, os sites belíssimos e, pelo que já me comentaram, o Enoturismo por lá é também sensacional! Já recebi comentários de muitas pessoas dizendo que, dos países do Novo Mundo, a África do Sul é o mais promissor para o futuro. Se isto irá ou não ocorrer só o tempo nos dirá. Até lá, vamos degustando e formando, dia a dia, garrafa a garrafa, nossas próprias opiniões. Tem coisa melhor?

Aqui segue a minha sobre este vinho:

Visual: Como falei anteriormente a garrafa é belíssima! Na taça mostrou coloração rubi escuro opaco, sem muito brilho, típico da casta. Gotas lentas e constantes. Rolha possuía o número do lote.

Aroma: Álcool um pouco mais pronunciado do que o ideal. Bastante frutado com destaque especial para frutas negras. Ao fundo percebemos notas de tostado e chocolate. O chocolate é mais amargo, mostrando mais cacao do que açúcar.

Paladar: Taninos fortes e acidez perceptível. Com certeza consegue evoluir mais um pouco na garrafa. Os taninos e acidez não chegam a incomodar, mas tornam este um vinho bem culinário, casando bem com nossa massa. Um vinho equilibrado, voltando a mostrar o chocolate amargo na boca e as frutas mais ao final que se mostrou longo e saboroso.

O que diz q vinícola (Notas Técnicas)

Background

Flanked by the Helderberg and Stellenbosch Mountain, between Stellenbosch and the False Bay coast, lies an exceptional tract of land that benefits from terroirs eminently suited to the cultivation of the highest quality wine grapes. This jewel in the crown of the magnificent Stellenbosch winegrowing region is known as the Golden Triangle. At its core lies Stellenzicht. The award-winning Stellenzicht range reserves its Golden Triangle label for those wines which most eloquently demonstrate the unique terroir of this special part of the Helderberg, home to some of South Africa’s most exceptional wines.

Vineyard Location

Planted between 1989 and 2001, the vineyards are grown on slopes facing west and northwest in decomposed granite and Table Mountain sandstone soils. The yield average was 6.33 tons per hectare. The climatic conditions for this vintage were characterised by lower-than-normal summer temperatures except for the heat waves experienced in February, just before harvest. These hot February temperatures were thankfully offset by above average rains during this period and the fruit thus ripened very well. Viticulturist: Eben Archer and Johan Mong

The winemaking

The grapes were harvested both by hand and mechanically between 8 and 20 March at an average of 24.7° Balling. As fruit from five different individual vineyards was used, the fruit from each of these vineyards was picked, vinified and matured separately before being blended. The vinification processes was similar for each with maturation/oaking figures given below being an average for the blend. After destalking and crushing, the mash was fermented in stainless steel tanks before being removed from the skins after five days. Fermentation took place at between 26 and 28°C with pump-overs taking place around 8 times per day. Malolactic fermentation was spontaneous and took place in both tank and barrel, depending on the batch. At the completion of malolactic fermentation, the wines were each racked and returned/transferred to barrel for their maturation periods. Barrel maturation took place over 15 months in a combination of French (58%), American (30%) and Eastern European (12%) oaks with only 25% of these barrels being new. Bottling took place on 23 October 2007 with a total of 6372 cases being produced.

Winemaker’s comments

Colour: Rich, dark intensity with hues of ruby and garnet with faint tinges of purple around the edges.

Nose: Wonderful primary fruit flavours of plum,and raspberry with secondary nuances of cloves, mocha and white pepper.

Taste: Full-bodied and ripe with an abundance of red fruit flavours and sweet prunes. The ample ripe tannins are balanced by the fresh acidity at the end and the wine balances well its firm structure and elegant finesse.

Ageing process and potential: Very enjoyable while youthful but added cellaring will enhance the complexity further and round off the “teenage” arrogance. Suggested cellaring of five to eight years is recommended.

Food pairing: It will enhance most venison dishes (especially if combined with bacon) and pairs perfectly with wild mushroom risotto.

Como eu comentei as notas técnicas são bem completas, não? Interessante saber, por exemplo, que apenas 6372 garrafas foram produzidas.

Eu sei que presente é presente, mas, um dos categorizadores do Enoleigos é o preço. Este vinho custa uns USD15,00 no Duty Free. Encontrei na Internet o Pinotage, também da linha Golden Triangle, sendo vendido a R$78,00. Se alguém fez a conta rápida e ficou assustado, é isso aí!! Um vinho que custa na faixa dos R$27,00 no Duty Free, praticamente triplica de preço aqui no Brasil. Vale lembrar que o Duty Free não é uma zona apenas livre de impostos, e que é uma empresa COM fins lucrativos! Rs. Pequena a carga tributária de nosso país, não??

Vou dar uma nota 3.5 para o vinho. Imagino que com um pouco mais de tempo em garrafa ele evolua!

In Vino Veritas!

(GK)

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Nederburg Twenty10 Sauvignon Blanc 2009 – South Africa Limited Edition #cbe

Este momento é sempre muito esperado por todos que participam da Confraria Brasileira dos Enoblogs (#cbe). Este é o 44º vinho comentado pela Confraria e o 5º que o Enoleigos tem o prazer de participar. A escolha deste mês coube ao Confrade Luís Sérgio do Blog Vitis Vinífera.

Eu já havia provado o Cabernet Sauvignon, da mesma Nederburg, e também escolhido para ser um dos vinhos da Copa. A série “South Africa Limited Edition” foi composta pelo Cabernet Sauvignon, já com post por aqui, pelo Sauvignon Blanc que foi escolhido e por um Rosé.

Uma das características principais desta série, é que, como tudo que envolve uma Copa do Mundo, a quantidade absurda de vinhos que foi produzida. Sabemos que é muito difícil manter um alto padrão de qualidade nos vinhos quando estes são produzidos em larga escala. Outra característica, também como todos os outros produtos oficiais de uma copa do mundo, com selo da FIFA, é o preço! Estes vinhos estão sendo vendidos por R$39,90, um preço muito elevado para sua qualidade.

Uma curiosidade sobre os preços: Quando os vinhos da copa foram anunciados, o Rosé e o SB, ambos com screw cap, tiveram seu preço médio na casa dos R50 (moeda local da África) e o Cabernet Sauvignon a um preço na casa dos R70. Aqui no Brasil todos são vendidos exatamente pelo mesmo valor! Ainda no anúncio dos vinhos, já foi noticiado naquela época que os vinhos engarrafados seriam das safras de 2007 até 2010.

Mas a Nederburg não faz só os vinhos da Copa!!! É hoje a maior vinícola da África do Sul e pertence do gigante grupo Distell. Vem ganhando sucessivos prêmios mundiais como o Old Mutual Trophy Wine Show nos anos de 2008 e 2009. Produziu também um Shiraz que em 2009 venceu o concurso Syrah du Monde in France e o Lexus WINE Shiraz Challenge que ocorreu em 2008. É também freqüentemente homenageada no Tri-Nations Wine Challenge, com a participação da Nova Zelândia e Austrália. Estes são apenas alguns dos muitos prêmios recebidos pela Nederburg.

Consegui comprar este vinho por R$29,90 em uma promoção de um Supermercado próximo a minha casa, o mesmo valor que paguei no CS. O vinho foi degustado no dia do jogo Brasil e Chile, quando ganhamos por 3x0! Deixei ele para este dia pq, apesar de muito bons, os vinhos chilenos me deram azar com o Mengão na Libertadores. Como a Copa é na África, nada melhor que abrir um vinho de lá, não é mesmo?`

Vamos então às minhas impressões:

Visual: Garrafa seguindo as diretrizes de marketing que foram escolhidas para a copa, bonita e chamativa, como tudo em uma Copa do Mundo. Diferente do CS que já havíamos provado, aqui a garrafa é selada com screw cap, ao invés da tradicional rolha de cortiça. Na taça mostrou coloração palha claro com tons esverdeados.

Olfato: Frutado, muito frutado! Álcool inexistente no nariz. Nas frutas maior destaque para as cítricas, típico da cepa SB, com especial presença de maracujá (evidente), lima da pérsia e um toque de laranja. Passou refrescância.

Paladar: Antes de seguir analisando o vinho, o que me veio à cabeça foi: “-Nossa, esperava menos deste vinho!”. As frutas permaneceram na boca com boa presença. Acidez presente, mas um pouco aquém do que deveria. Final médio, mas persistente, mantendo o sabor frutado. Um vinho simples, direto e refrescante.

O que diz a Nederburg sobre este vinho:

Winemaker - Tariro Masayiti

Colour - Briliant lemon-lime

Palate - Distinctive gooseberry and herbaceous flavours support a balanced palate with a pleasant lingering finish.

Bouquet - Vibrant gooseberry and tropical fruit aromas with some herbaceous nuances and a hint of ripe citrus

Food Suggestion - Excellent served with seafood, creamy fish, chicken, salads, veal and light meals.

Mesmo tendo pago um valor abaixo do valor de mercado, acaba sendo um valor elevado pro que o vinho traz. De forma geral o vinho não decepcionou, mas também, como eu já esperava, não se mostrou sensacional.

O jogo sim foi sensacional. Brasil ganhando de 3x0, classificado para as quartas de finais da Copa. Confesso que esperava menos deste vinho, talvez por isto a boa surpresa e, pelo conjunto, vai levar uma nota 3.

E pra frente BRASIL!!!!!!!!!!!
 
(GK)

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Nederburg Twenty10 Cabernet Sauvignon 2007 – South Africa Limited Edition

Nada melhor do que minutos antes do Brasil entrar para mais uma partida da Copa do Mundo de 2010, nós falarmos sobre o vinho que foi escolhido para representar este torneio único!

Muitos Confrades já fizeram seus posts sobre o vinho oficial da FIFA, o único que pode ostentar o logo da mesma em sua garrafa. Alguns acharam o vinho uma porcaria, outros um pouco melhor. Vale uma nota aqui. Por ser o vinho escolhido para representar a Copa, foi um vinho produzido em larga escala e, como tal, não podemos esperar que seja um vinho fantástico. Paguei R$29,90 na garrafa, dez reais abaixo do seu preço normal de venda.

O site da Nederburg é muito bacana e recomendo uma passada por lá. Já me falaram que os vinhos “Reserva” são bem melhores que este da Copa e coisa de 3 ou 4 reais mais caros. Em breve vou experimentar também! Ainda sobre o site, uma curiosidade. A safra que abri e comento foi a de 2007. Já vi posts sobre a safra de 2008 e no site eles já exibem a safra 2010! Dá pra sentir a quantidade de vinhos que já fizeram! Outra informação que pode ser legal para quem quiser maiores detalhes do vinho é o PDF contendo toda a ficha técnica.

A Nederburg pertence ao grupo Distell e é a vinícola líder e mais condecorada da África do Sul, tendo recebido mais prêmios internacionais e nacionais do que qualquer outra vinícola sul africana. A marca Nederburg é exportada para os mais importantes mercados do Reino Unido, Europa, América do Norte e América Latina, onde vem construindo uma reputação de vinhos de estilo clássico com ricos sabores frutados. Seu crescente sucesso como uma marca global de estilo de vida é o resultado de uma estrutura que inclui permanente pesquisa viticultural e a implementação de técnicas pioneiras de viticultura, uvas de altíssima qualidade, um grande investimento em instalações para elaboração de vinho e uma rede internacional de distribuição e marketing.

Vamos então ao que achei do vinho:

Visual: Garrafa show de bola, com selo holográfico e tudo mais, trabalho digno de copa do mundo, marketing puro! Hehe. Na taça mostrou coloração vinho opaco, sem muito brilho e deixando a luz passar um pouco. Poucas e lentas gotas.

Aroma: Agradou muito, super frutado, com destaque para frutas negras. Vale dizer que, como de costume, decantei o vinho por aproximadamente 1 hora. No final mostrou também nuances de café o que, depois de um tempo na taça, se mostrou mais presente. Talvez fosse interessante decantar um pouco mais. A análise olfativa aumentou as expectativas para o palato!

Paladar: A primeira impressão foi: “Não é tão bom quanto o aroma!”. Ataque de frutas no início preenchendo bem a boca. Um toque de acidez um pouco maior do que deveria. Taninos presentes e agradáveis. Retrogosto amargo trazendo algumas notas frutadas. Final médio.

O que diz a vinícola:
 
Winemaker - Wim Truter

Colour - Ruby red with light edges.

Palate - Mouth-filling, rich and full with ripe fruit and delicate oak spice flavours, firm tannins and a lingering aftertaste.

Bouquet - Aromas of blackberries, currants and violets with nuances of dark chocolate and oak in the background.

Food Suggestion - Excellent served with robust dishes such as pâtés and steaks and also an ideal partner to full-bodied dishes such as beef stroganoff, winter stews, roasts and mature cheeses.

Não é um vinho sensacional, é claro, mas, levando em consideração sua produção em larga escala, até que não fez feio. O valor de mercado dele (R$39,90) é que está um pouco fora. Por este preço conseguimos comprar rótulos bem melhores do que este aqui.

De toda forma, vale a pena matar a curiosidade e beber o vinho da copa vendo um belo jogo de futebol, preferencialmente se for do Brasil e com vitória! A nota que dei no dia que degustei foi 3,5.

E pra frente BRASIL!!!!!!!!!!

(GK)

terça-feira, 15 de junho de 2010

Vinho da Copa: Fleur du Cap Cabernet Sauvignon 2008 #cbe

Copa do mundo da África, primeiro jogo do Brasil na Copa de 2010 e, como não podia deixar de ser, nada melhor do que comentarmos um vinho Sul Africano!!! Especialmente neste mês de Junho a Confraria dos Enoblogs optou por comentar dois vinhos. O primeiro foi o Espumante do Nordeste Brasileiro, no qual o Enoleigos optou pelo Paralelo 8 Brut. O segundo, por ser um mês de Copa do Mundo, acabou sendo um vinho Sul Africano. A idéia brotou do nosso confrade Cristiano Orlandi do blog Vivendo Vinhos.


Eu ia comentar o “Vinho da Copa”, mas no Rosé. Acabei optanto por outro rótulo, o Fleur du Cap, em Cabernet Sauvignon, Safra 2008. O vinho foi escolhido totalmente ao acaso, em uma visita ao Pão de Açúcar. Olhei o vinho, achei o visual interessante, o preço também e acabei comprando. No dia em que abri o vinho estava com as malas prontas para viajar ao México. Abri o vinho para relaxar um pouco e, é claro, conhecer o vinho para o post da Copa!


Vamos então ao que eu achei deste vinho!


Visual: Garrafa muito bacana. Rolha em cortiça. Cor violeta translúcido, não tão encorpada como outros CS. Gotas lentas e por toda a taça.


Olfato: Vinho MUITO aromático. Frutas vermelhas, em especial framboesa, um toque de pimenta mas não a pimenta seca, algo como tabasco, e um final que trouxe nozes. Senti também um toque herbáceo no final. Surpreendente e diferente dos tradicionais CS chilenos aos quais estou acostumado.


Paladar: Corpo médio. Taninos quase inexistentes de tão suaves. Sedoso, realmente trazendo um toque de seda ao palado. Vinho gostoso de beber. Na boca senti mais a framboesa e no final a pimenta. Acidez baixa. Um vinho que combinaria com carnes vermelhas mas sem um preparo muito forte.


Como é de praxe no Enoleigos, fui procurar o que a vinícola diz deste vinho. Não consegui encontrar comentários sobre vinhos tintos, somente os brancos. O vinho que provamos é da linha "Bergkelder Selection". Procurei então o que alguns sites especializados dizem sobre este belo vinho. Vamos lá:


Degustação: Vinho robusto, cor rubi escura com fascinantes aromas de cassis e aromas delicados de café e chocolate negro, suportados por aromas graxosos típicos da Cabernet. Palato concentrado, cheio e redondo com sabor de cereja seguido por um toque de especiarias amadeiradas.


Harmonização: Este vinho complexo é o complemento ideal para carne de boi e cordeiro assado, mas vai igualmente bem com pratos robustos e queijos de sabor forte.


Produção: As uvas foram selecionadas de um único vinhedo com orientação sul-sudoeste na região de Bottelary Hills com 10 anos de vida. O sistema de 5 fios foi usado em espaldeira. As vinhas são cultivadas em condições secas. A produção foi de 4ton/ha. As uvas foram colhidas manualmente a 24 Balling no final de março. Na adega, o suco foi fermentado nas cascas a 28o C por 8 dias. O vinho sofreu fermentação malolática em barris novos de carvalho francês e maturou por 16 meses a 15°C. Sofreu a trasfega duas vêzes e a clarificação foi feita na segunda transferência. O vinho não sofreu filtragem nem estabilização.


Foi um vinho que gostei bastante, em torno de R$30,00, que se mostrou mais uma boa opção para o dia a dia, sem contar que é diferente dos vinhos sul americanos, bem legal!!! 


Recomendo e vai levar um 3,5!


(GK)
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